terça-feira, 2 de agosto de 2011

ESPORTES AGORA

O australiano Mark Webber, da RBR, fechou a corrida em quinto lugar, à frente de Felipe Massa. O brasileiro, após início de corrida complicado, quando chegou a perder parte da asa traseira em choque no muro de proteção, fez boa prova de recuperação e fechou em sexto.
Rubens Barrichello mais uma vez teve problemas com sua Williams. O brasileiro chegou a ocupar a zona de pontuação, mas não conseguiu manter o ritmo e terminou em 13º. Heptacampeão mundial, Michael Schumacher, da Mercedes, abandonou a prova na 28ª volta, com problemas na caixa de câmbio.
Apesar da vitória de Button, a classificação da temporada não teve muitas mudanças. Vettel segue isolado na ponta, agora com 234 pontos, ampliando a diferença para, Webber, que está em segundo, com 149. Hamilton aparece em terceiro, com 146, seguido por Alonso (145) e Button (134). Massa é o sexto, com 70 pontos.
Agora, a Fórmula 1 entre em recesso. Os pilotos só voltam à pista no dia 28 de agosto, para o GP da Bélgica, no circuito de Spa-Francorchamps.
Com chuva, GP da Hungria começa movimentado, e Massa roda na pista
Na volta de apresentação, já houve carro perdendo o controle. A pista molhada em Hugaroring prometia emoção. Logo na largada, Sebastian Vettel sofreu a pressão de Lewis Hamilton, mas segurou a liderança. Jenson Button se manteve na terceira colocação, mas, dali para trás, quase tudo mudou. Felipe Massa, que já havia reclamado de largar na parte suja da pista, perdeu posição para Nico Rosberg, Michael Schumacher e Fernando Alonso. Mark Webber, da RBR, foi outro a ficar para trás.
Com a pista molhada, praticamente todos os carros tinham problemas para manter o controle na pista. Na tentativa de ultrapassar Schumacher, Alonso quase tocou no alemão, mas conseguiu ganhar a quinta posição. Logo depois, Massa, também sem muita facilidade, deixou o heptacampeão mundial para trás.
Na quinta volta, Sebastian Vettel errou o traçado na curva, e Hamilton se aproveitou. O piloto inglês assumiu a ponta da corrida, para a festa no box da McLaren. Três voltas depois, foi a vez de Felipe Massa perder o controle, rodar e se chocar com sua Ferrari no muro de proteção. O brasileiro ainda conseguiu voltar para a pista, mas quebrou uma parte de sua asa traseira e perdeu posições na pista.
largada gp da hungria (Foto: Agência EFE)
Largada na Hungria foi movimentada (Foto: Agência EFE)
A chuva diminuiu, e a pista passou a ter algumas partes secas. As equipes, então, adiantaram seus pitstops. Massa foi um dos primeiros a ir para os boxes. O brasileiro voltou andando rápido, mas não o suficiente para recuperar suas posições. Na briga pela dianteira, Button e Webber voltaram com um ritmo melhor. O inglês ganhou posições e pulou para segundo lugar, enquanto o australiano assumiu a quarta posição, deixando Alonso para trás.
Carro de Heidfeld pega fogo na saída dos boxes
Na ponta, por volta da 21ª volta, Hamilton já tinha 9s1 de vantagem sobre Button, segundo colocado e que era pressionado por Vettel, terceiro colocado. Lá atrás, Massa, em nono, andava mais rápido, mas não conseguia ultrapassar Schumacher, que segurava bem a oitava posição.
Em péssima fase na Lotus, o italiano Jarno Trulli foi o primeiro a abandonar a prova, após perder o controle do carro. Depois, a Renault de Nick Heidfeld pegou fogo logo na saída dos boxes. Apesar da demora do atendimento, o piloto alemão conseguiu sair às pressas do carro, sem maiores problemas. Pouco depois, na 28ª volta, foi a vez de Michael Schumacher abandonar, com problemas em sua caixa de câmbio.
Felipe Massa, então, conseguiu a ultrapassagem sobre Schumacher, que não conseguiu controlar o carro após toque do rival e saiu da pista, perdendo outras posições na sequência. O brasileiro, após a troca por pneus supermacios, conseguiu melhorar o ritmo e ultrapassou também Rosberg e Di Resta, da Force India, logo depois, partindo para cima de Kobayashi, da Sauber.
Enquanto isso, em um erro da organização da prova, que rebocava o carro de Heidfeld pela contramão dos boxes, Vettel, que saía do pitstop, quase teve sua vida complicada. O alemão, no entanto, conseguiu voltar à pista em um bom ritmo e conquistou a volta mais rápida da corrida até então, com 1m25s741.
Se Hamilton e Button seguiam tranquilos na ponta, a disputa dali para trás era movimentada. Vettel mantinha a terceira posição, mas Webber passou a sofrer o ataque de Alonso, que, com pneus supermacios, começou a andar mais rápido que todos os rivais, embora tivesse a certeza de que faria uma parada a mais do que o esperado.
vettel rbr gp da hungria (Foto: Agência Reuters)
Em corrida segura, Vettel fechou a prova em segundo lugar (Foto: Agência Reuters)
Button arrisca na estratégia e vence o GP
Com 30 voltas para o fim, o jogo das estratégias, então, passou a dominar a corrida. Enquanto Ferrari apostava em uma parada a mais, para poder usar ao máximo os jogos de pneus supermacios, as duas RBRs e a McLaren de Button preferiram arriscar e andar com os compostos macios. A chuva, no entanto, voltou, ainda que tímida. Hamilton, após passar pela zebra molhada, rodou e, parado no meio da pista, quase provocou acidentes em série ao forçar a manobra para voltar à corrida. O inglês foi ultrapassado por Button, e a briga entre os dois ficou boa.
Button acabou perdendo a posição de novo, mas logo recuperou em grande ultrapassagem. Hamilton voltou a tomar a posição, e a McLaren chamou o inglês para o seu quinto pitstop. Logo depois, foi punido pelos comissários com mais uma ida aos boxes, pela manobra arriscada quando perdeu o controle e acabou rodando (veja no vídeo ao lado). A corrida, então, ficou toda Button. Vettel ainda ensaiou uma pressão ao rival da McLaren, mas também com os pneus desgastado, preferiu garantir a segunda posição.
Ainda deu tempo para novas rodadas - como a de Fernando Alonso, que manteve o terceiro lugar - e de Felipe Massa marcar a volta mais rápida da corrida, embora, em sexto, já não tivesse quem pressionar em busca de uma melhor posição. Hamilton também conseguiu tomar de Webber o quinto lugar. Mas foi só. Lá na frente, em paz com a sorte, Button segurou o ritmo e cruzou a linha de chegada em primeiro. A festa estava pronta para começar.

sábado, 30 de julho de 2011

ESPORTES AGORA

ESportes

Bem voce com uma serie de exercicios vai de dar mais desempenho para a proximo exercicios então procura fazer os exercicios de forma exata para voce se sentir melhor.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Bem eu gosto muito de esporte porque faz bem para a mente e o corpo voce fica mais disposto para o dia a dia e sempre esta bem animado para que o dia seja bem mais prudutivo e eu fico mais disposto para fazer as coisa com mais disposição.Eu recomendo que voce que esta fora de forma que comece a fazer esporte para o seu proprio bem e se voce tem amigos que voce chama eles para ir com voce praticar esporte com voce que vai ser bem mais inimado.
Desporto (português europeu) ou esporte (português brasileiro) é uma atividade física ou mental sujeita a determinados regulamentos e que geralmente visa a competição entre praticantes. Para ser esporte tem de haver envolvimento de habilidades e capacidades motoras, regrasinstituídas por uma confederação regente e competitividade entre opostos.
Algumas modalidades esportivas se praticam mediante veículos ou outras máquinas que não requerem realizar esforço, em cujo caso é mais importante a destreza e a concentraçãodo que o exercício físico. Idealmente o esporte diverte e entretém, e constitui uma forma metódica e intensa de um jogo que tende à perfeição e à coordenação do esforço musculartendo em vista uma melhora física e espiritual do ser humano. As modalidades esportivas podem ser coletivas, duplas ou individuais, com ou sem adversário.
Também podemos definir esporte como um fenômeno sociocultural, que envolve a prática voluntária de atividade predominantemente física competitiva com finalidade recreativa ou profissional, ou predominantemente física não competitiva com finalidade de lazer, contribuindo para a formação, desenvolvimento e/ou aprimoramento físico, intelectual e psíquico de seus praticantes e espectadores. Além de ser uma forma de criar uma identidade esportiva para um inclusão social.
A atividade esportiva pode ser aplicada ainda na promoção da saúde em âmbito educacional, pela aplicação de conhecimento especializado em complementação a interesses voluntários de uma comunidade não especializada.

 

 

História

Crianças jogando futebol, o esporte mais popular do mundo.[1]
Um campo simples de futebol, em Caldas Novas.
O desporto conhecido como é hoje, ou o desporto moderno, toma forma nas escolas daInglaterra do século XVIII, berço do capitalismo.
Cercados pela ideologia capitalista, a qual prega a ordem, o racionalismo, a competição e a iniciativa individual, os alunos das escolas inglesas desenvolvem um novo formato para os jogos populares de então, dando origem ao Esporte. Surgem os campeonatos entre as escolas, os clubes e depois as confederações, instrumentos que paulatinamente vão legitimando a prática esportiva.
Após a consolidação do capitalismo e sua dispersão por todo o mundo, a instituição esportiva, antes restrita ao mundo europeu, vai ganhando espaço nos outros continentes. Seguindo a mesma lógica da voracidade capitalista, o Esporte imiscui-se às culturas e toma o espaço de práticas populares, veiculando a ideologia capitalista mundialmente.
Entre outros fatores, pelo seu potencial catártico, que possibilita ao espectador um bem estar através do processo de transferência de seus próprios problemas ao ambiente de jogo, o Esporte passa a ser um grande aglutinador de massas. Aproveitando essa potencialidade do fenômeno, empresários apropriam-se das diferentes esferas relacionadas ao Esporte: vestimentas, clubes, acessórios, redes de televisão, dentre outros. E por sua vez, o Estado também passa a usar do Esporte em busca de popularidade e projeção internacional.
Unido à mídia corporativa, interessada em mais espaço e lucro para seus patrocinadores, o esporte sofre intensas transformações, sobretudo na forma como é transmitido. Acentua-se o caráter espetacular das competições, o que se torna visível através da presença de telões nos estádios, existência de canais de televisão especializados no assunto, aumento da prática de “esportes da moda” e extrema valorização e influência social dos atletas mais bem sucedidos. Conceituando essa nova fase do esporte, surge a expressão “Esporte Espetáculo”, modelo atual do fenômeno aqui tratado.
Para o especialista em antropologia social Arlei Damo, uma competição esportiva é "até certo ponto" uma ilusão, pois não impacta na vida ou dia-a-dia das pessoas, exceto daqueles diretamente ligados à prática do esporte.